terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Aprenda a fazer origami de cachorro

Origami é uma técnica japonesa de produção de esculturas fazendo-se dobraduras com folhas de papel. Acesse diversos vídeos que ensinam a fazer origami de cachorros :)


Clique no link para acessá-los: origami de cachorro - vídeos

Fonte: AndroidMafia (Rússia)

Manual de acupuntura aplicada a cachorros

Este manual, publicado pela Academia Internacional de Acupuntura em Medicina Veterinária, mostra os principais pontos de aplicação de acupuntura em cães.

Converse com o seu veterinário sobre os benefícios curativos da acupuntura e peça-lhe indicações de especialistas da área.

pontos de acupuntura em caes

Atenção: não tente manusear os pontos de acupuntura de seu cão, pois a manipulação incorreta de pontos de do-in e acupuntura pode agravar problemas de saúde! Somente o médico especialista sabe se os pontos em questão devem ser sedados ou tonificados, dependendo das condições de saúde do animal. Esta postagem destina-se a incentivar que você busque um médico veterinário acupunturista.

Leitura e ou download do manual (em inglês, tamanho do PDF: 6,6 Mb)

Fonte: International Academy of Veterinary Medical Acupuncture, via Colorado Veterinary Medical Association (CVMA)

Veja também:

Mapeamento dos Pontos Extras de Acupuntura em Cães  - Monografia apresentada ao Instituto Homeopático  Jacqueline  Pecker (BH, 2013),  como  parte integrante   do   Curso   de Especialização em Acupuntura Veterinária, por Vanessa Gomes Ribeiro.

Soltura de cabras causa controvérsia

Drolma, uma mulher tibetana de Ganzi, Prefeitura autônoma tibetana na província chinesa de Sichuan, no Sudoeste do País, soltou 6.387 cabras em uma pradaria no Condado de Sertar, segundo relatos.

Drolma, uma mulher tibetana de Ganzi, Prefeitura autônoma tibetana na província chinesa de Sichuan, no Sudeste do País, segundo relatos soltou 6.387 cabras em uma pradaria no Condado de Sertar. [Arquivo photo/ifeng.com]

Enquanto a China aprovava a edição revisada da Lei Chinesa de Proteção aos Animais Selvagens, a qual proíbe a soltura aleatória de animais de cativeiro na natureza, um incidente relatado ultimamente tem chamado a atenção das pessoas, causando controvérsia, informou Beijing News, no Sábado (03/9/2016).

Reporta-se que Drolma, uma mulher tibetana de Ganzi, Prefeitura Autônoma Tibetana na Província de Sichuan, ao Sudoeste da China, soltou 6.387 cabras numa pradaria no Condado de Sertar depois de salvá-los de abatedouros, pagando 5,1 milhões de yuans (cerca de 763.000 dólares) em dinheiro, doado por um grupo denominado "Grupo de Soltura Terra Nevada".

O incidente chamou imediatamente grande atenção, depois de ter sido exposto no dia 4 de setembro na Sina Weibo, versão chinesa do Twitter, tendo alguns a felicitado por sua boa ação e outros, inclusive especialistas, temido que o equilíbrio ambiental da pradaria poderia ser ameaçado com a soltura repentina de um número tão grande de cabras subitamente introduzido no ecossistema.

Posteriormente, foi revelado que a mulher estava apenas enviando as cabras a uma pastagem local e não soltando-as aleatoriamente mas, apesar disso, o incidente revelou a gravidade do problema na China e a atitude de algumas pessoas em relação a ele.

Recentemente, tem havido um certo número de relatos na China sobre animais cativos que foram soltos aleatoriamente na natureza por ativistas de direitos dos animais ou por seguidores de um ritual budista conhecido como "fangsheng" ou "soltura de vida", no qual se demonstra compaixão espiritual e piedade através da devolução de animais cativos à natureza.
   
No entanto, especialistas afirmam que um ecossistema tem um equilíbrio muito delicado, o qual poderia ser facilmente colocado em perigo pela introdução de novas espécies na área ou pela alteração do número de espécimes (exemplares de uma mesma espécie).

A revisada Lei Chinesa de Proteção aos Animais Selvagens, emendada com artigos para regulamentar especificamente a soltura de animais cativos na natureza, entrará em vigor a partir de 2017. Qualquer organização ou indivíduo que solte animais cativos deverá escolher espécies nativas que sejam capazes de sobreviver na natureza, e sua soltura não deverá causar impacto nas pessoas nativas ou ameaçar o ecossistema, diz a lei. Qualquer um que liberte animais cativos de maneira negligente e, como consequência disso, cause prejuízo à propriedade alheia ou dano físico a terceiros, ou ameace o ecossistema, será responsabilizado.

Fonte: China.org
Foto: Arquivo photo/ifeng.com







terça-feira, 22 de novembro de 2016

Crocodilo sofre devido a lixo descartado no meio ambiente

Animal está há tempos com pneu de motocicleta preso em volta do pescoço. Autoridades dizem nada poder fazer.

Um crocodilo que habita um lago na Indonésia convive há pelo menos dois meses com um incômodo pneu de moto em seu pescoço. O animal foi fotografado em duas oportunidades com o objeto, que acabou encaixado em volta da cabeça por conta do descarte irregular.

O réptil foi fotografo com pneu em 20 de setembro em Palu, na província de Celebes Central.

Depois, ele voltou a ser clicado com pneu em torno no dia 2 de novembro. Apesar de todo o tempo com a informação de que o animal convivia com este problema, nada foi feito.

Segundo as autoridades, não foi possível resgatar o crocodilo por falta de equipamento e de especialistas para capturá-lo. Por conta disso, ele deve continuar a ser visto com o pneu, a não ser que alguma entidade ofereça ajuda para resgatá-lo.

Fonte: Yahoo! Notícias | Fotos: Mohamad Hamzah / Reuters

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Não temos sido os seus melhores amigos

Cães abandonados viram predadores na Floresta da Tijuca

Vira-lata capturada na Floresta da Tijuca foi colocada para adoção - Foto: Hermes de Paula
O abandono foi o destino da vira-latinha de cerca de 2 anos capturada perto de um lago do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. - Foto: Hermes de Paula / O Globo

Na Floresta da Tijuca, a onça há mais de século desapareceu. Lobo nunca existiu. Mas um predador cada vez mais numeroso extermina a já ameaçada fauna dali. Da paca ao tatu, cotia sim, nenhum animal silvestre escapa dos cães que vagam pela floresta e caçam em matilhas. O problema é tão grave que há um estudo em curso no Parque Nacional da Tijuca (PNT). E não é apenas lá. Biólogos alertam que o cão doméstico se tornou o principal predador da vida silvestre no Brasil.

Os cães, nem todos sem dono, invadem unidades de conservação e matam animais muito maiores do que eles, como antas e veados, adverte a bióloga Isadora Lessa. A tese de doutorado de Isadora na Universidade de Brasília (UnB) investiga o impacto dos cães no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Goiás), no Cerrado.

- Na semana passada, por exemplo, dois cachorros mataram uma anta. O cão é um predador extremamente eficiente e, de longe, o mais abundante no Brasil. As pessoas temem as onças. Deveriam temer os cães. No Parque Nacional de Brasília há matilhas com até 20 animais, vários deles voltaram a um estado selvagem - adverte ela, uma das autoras de um estudo recém-publicado sobre os danos causados por cães domésticos em áreas protegidas em todo o país.


FERAIS, ERRANTES, PERIGOSOS


Autor de um dos primeiros estudos sobre cães domésticos em florestas, Mauro Galetti, professor do Departamento de Ecologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro, é categórico sobre os riscos:
- O cão doméstico é o predador dominante nas áreas silvestres do Brasil. Ele não só mata diretamente quanto transmite doenças. Na reserva de Santa Genebra, no estado de São Paulo, os cães extinguiram os veados. A situação está fora de controle e não há solução à vista. Precisam ser capturados - salienta Galetti.

A transformação do cão doméstico em selvagem é obra daquele que se autoproclamou o seu melhor amigo, o ser humano. Matilhas de cães domésticos caçadores são um fenômeno que ocorre em outras partes do mundo, e mais um sinal de desequilíbrio do Antropoceno, a era dos homens.

Segundo cientistas, a maioria dos cães domésticos que caçam em florestas tem donos. Mas estes os criam soltos. Passam dias a perambular fora de casa e ninguém se importa se comem, se estão doentes ou por onde andam. Quase nunca são castrados e se reproduzem livremente. Alguns são animais abandonados pelos mais variados motivos, verdadeiros cães sem dono. Alguns voltam a um estado que a ciência chama de feral. Isolados dos humanos, se reproduzem na floresta e adotam um comportamento totalmente selvagem. A maioria, porém, é o que os pesquisadores chamam de semisselvagem. Eles não temem o homem e, por isso mesmo, são os mais agressivos. Podem ir para a casa de um dono buscar abrigo e usar a floresta como área de caça. Cães são ótimos caçadores. É só lembrar que o lobo e ele são a mesma espécie: Canis lupus e Canis lupus familiaris, respectivamente. Além disso, como o homem, se adaptam a qualquer ambiente e são resistentes.

- O problema é gravíssimo e ignorado. O cão é um hiperpredador porque tem uma população muito maior do que aquela que o meio ambiente pode suportar. Ele mata não apenas para se alimentar, mas por instinto. Mata e não come. Na Ilha Grande vimos um cão de coleira matar um tatu e não comer. A natureza não suporta uma pressão desse tipo. A culpa, claro, não é dos cachorros, mas de seus donos - afirma a professora do Departamento de Ecologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Helena Bergallo, uma das orientadoras da tese de Isadora e coordenadora do Projeto de Pesquisa em Biodiversidade da Mata Atlântica.

No estudo que ela e Isadora fizeram com outros cientistas, viram que há registro de predação por cães em 31 parques nacionais de Norte a Sul do Brasil. E a Floresta da Tijuca se tornou um microcosmo do que acontece no país. Mesmo nas trilhas mais ermas e de acesso mais difícil há cães caçando. Alguns têm sido flagrados pelo trabalho pioneiro da coordenadora de pesquisa do PNT, Katyucha Von Kossel de Andrade Silva, cuja tese de mestrado investiga o impacto dos cães nos animais do parque. Ela espalhou dezenas de armadilhas fotográficas pelo Setor Floresta. E não para de flagrar cães.

- Alguns são ferais. Mas a maioria é errante, tem dono. Eles formam matilhas e são uma tragédia para os mamíferos silvestres, principalmente pacas, tatus, cotias, mas pegam até macacos. E afugentam os cachorros do mato, que são tímidos e de outra espécie. Vimos cães mesmo em lugares quase inalcançáveis da mata. Só não pudemos colocar armadilhas em zonas mais próximas à Grajaú-Jacarepaguá, mas ali o risco eram bandidos, outro tipo de perigo - explica ela.
Katyucha reclama que moradores do Alto da Boa Vista e do Horto deixam seus cachorros soltos. Lamenta também os animais abandonados.

- O cachorro adoece, fica velho ou simplesmente enche a paciência do dono e este o abandona. É uma covardia e um crime. Há gente cruel que deixa os cães à própria sorte. Já vimos uma matilha que era formada por um vira-lata pequeno, um médio e um grande cego e velho - conta.


DOENÇAS PARA HOMENS E ANIMAIS


O abandono foi o destino da vira-latinha de cerca de 2 anos capturada semana passada perto de um lago do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

- Soa surreal, mas a predação por cães é a principal causa de morte dos mamíferos silvestres do Jardim Botânico. Eles chegam pelas trilhas ou são abandonados no Horto e acabam aqui. Já enfrentamos problemas com matilhas, uma delas liderada por um poodle. Aqui são uma ameaça. Já mataram tapitis (coelhos silvestres), esquilos, tatus, pacas. Esta foi capturada antes de causar mais estragos. É mansa com pessoas, mas não com animais. O abandono de cães é um ato profundamente cruel e irresponsável - lamenta a coordenadora do Projeto de Conservação da Fauna do Jardim, Gabriela Heliodoro, cujo mestrado investiga as doenças transmitidas pelos cães domésticos à fauna da Mata Atlântica. Segundo ela, os cães ferais e semisselvagens se tornam transmissores de raiva, cinomose, leishmaniose, parvovirose, toxoplasmose entre outras doenças.
- Como não são vacinados, eles se tornam um reservatório de raiva - alerta ela.

Fonte: Instituto Socioambiental

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Resgatando a dignidade de Sansão

Sansão estava à beira da morte, na rua, às 05:45 da madrugada! Não dá pra entender como ele conseguiu atravessar ruas perigosas se arrastando!
Sansão estava em estado de desnutrição e sede extremas! Nós o resgatamos, medicamos e reabilitamos. Veja algumas fotos do dia:

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O que pudemos fazer por ele
medicacao Sansao
Sansão viveu oito meses feliz depois de ser resgatado, e faleceu devido a sua idade avançada, mas já não por fome ou doença, pois, graças a doações, pudemos lhe proporcionar consultas veterinárias, ultrassonografia, exames e diagnóstico, vermifugação, desparasitização, medicamentos (antibióticos orais, vacinas, colírios e outros), alimentação e abrigo digno.

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Queremos agradecer imensamente ao Rubens por tê-lo abrigado e mantido durante três meses em seu sítio, onde abriga cento e vinte cães e gatos, já que aqui na Prana não havia espaço para que o Sansão caminhasse e se exercitasse.
A mansidão do Sansão era muito maior do que o seu tamanho físico. A emoção que nos invade ao lembrarmos dele é imensa, pois era apenas um ser extremamente dócil e inocente que foi exlorado e posteriormente abandonado na velhice. Ele estará sempre em nosso coração. Vá em direção à Luz, Sansão!
Paz no coração e Luz no entendimento!
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Veja aqui neste link como fazer uma doação para continuarmos resgatando animais que se encontrem sem-teto ou negligenciados.
#resgatepetz #adotepetz #salvepetz #savepetz

Preciso dizer que vos amo


webmfndng

É preciso não esquecer nada


É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes
nem a oração de cada instante.
 

É preciso não esquecer de ver a nova borboleta
nem o céu de sempre.
 

O que é preciso é esquecer o nosso rosto,
o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
 

O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos,
a idéia de recompensa e de glória.
 

O que é preciso é ser como se já não fôssemos,
vigiados pelos próprios olhos
severos conosco, pois o resto não nos pertence.


Cecília Meireles (1962)
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Veja aqui neste link como fazer uma doação para Angelo, Bianca, Clara.

Melanie, Samantha e Sophie.
#resgatepetz #adotepetz #salvepetz #savepetz